As paixões são como ventanias que sopram as velas dos navios,
fazendo-os navegar;
outras vezes podem fazê-los naufragar,
mas se não fossem elas, não haveriam viagens,
nem aventuras, nem novas descobertas. Muitas vezes eu também já me perguntei se adianta a gente se empenhar para abrir o coração num tempo de tantos corações rigidamente trancados, em que o medo parece dar as cartas e descartar possibilidades de troca, espontaneidade e amor.
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