sexta-feira, 26 de junho de 2009



Vento
(de Carlos Drummond de Andrade)
“Teu amor entrou na minha vidaViolentamente,Como um sopro de ventoAbrindo a janela de repente.Teu amor desarrumou meu destinoArrancou da paredeVelhos retratos queridos,E quebrou uma jarraNo canto da minha alma...”
“Quem me dera, ao menos uma vez,acreditar por um instante em tudo que existe e acreditar que o mundo é perfeito e que todas as pessoas são felizes"
(Legião Urbana)

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 Só envelhece quem não tem sonhos. Quem se deita sem um sorriso. Quem deixa de acreditar em novos começos e histórias.  Quem deixa de querer...