domingo, 20 de agosto de 2017
Tantas foram as vezes
Em que parei para olhar para trás,
que acabei por deixar marcas no caminho, onde a ansiedade roubara minha Paz.
Mas com o cansaço que travava meus passos, decidi seguir em frente e aos poucos não senti o passado tocar mais em minhas mãos.
Com esperança brotando dos olhos, aprendi a abrir em cada amanhecer o Presente que se anunciava, pois o que não está em meus braços agora, é dúvida!
Aprendi a mergulhar nos meus próprios abismos e resgatar a minha Paz.
E quanto a ansiedade que me dominava, ando espalhando por aí, e deixando que a brisa dos dias se encarregue!
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Só envelhece quem não tem sonhos. Quem se deita sem um sorriso. Quem deixa de acreditar em novos começos e histórias. Quem deixa de querer...

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